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      Sustentabilidade e progresso deveriam andar juntos... by Eliane Carotta 02/21/2011
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      Sustentabilidade é a capacidade de um indivíduo, grupo de indivíduos ou empresas manterem-se inseridos num determinado ambiente, sem impactar violentamente esse meio. Simplificando, explorando os recursos naturais e, de alguma forma, devolvendo-os ao planeta através de práticas ou técnicas desenvolvidas para as gerações do futuro.

      Esse conceito, pode abranger desde as pequenas organizações sociais, como a vizinhança, até sistemas sociais mais complexos ou todo o planeta.

      Para um empreendimento humano ser sustentável, são necessários 4 requisitos básicos.

      - Ser ecologicamente correcto;
      - Ser economicamente viável;
      - Ser socialmente justo; e
      - Ser culturalmente aceito.

      E como podemos contribuir ao conceito sustentável como indivíduos?

      Enquanto muitos crêem que estes conceitos estejam longe de acontecer, há pessoas e empresas já iniciando o que, erroneamente, parece ser o futuro…

      As novas possibilidades no uso de matérias-prima para fabricação de computadores vêm chamando a atenção quando o assunto é sustentabilidade. Já é possível encontrar teclados e mouses feitos com madeira, por exemplo. 
      Um estudo alega que se 62 trilhões de spams anuais que circulam na internet fossem eliminados, seria possível a economia de cerca de 33 bilhões de quilowatts (kW) por hora.

      Um exemplo real de comunidades humanas que praticam a sustentabilidade em todos níveis são as ecovilas, comunidades urbanas ou rurais de pessoas que tem a intenção de integrar uma vida social harmônica a um estilo de vida sustentável.
      As ecovilas incluem em sua organização práticas como produção local e orgânica de alimentos; utilização de sistemas de energias renováveis, utilização de material de baixo impacto ambiental nas construções, criação de esquemas de apoio social e familiar; economia solidaria cooperativismo e rede de trocas; educação transdisciplinar e holística; sistema de Saúde integral e preventivo; entre outros.

      Governo e meio ambiente deveriam andar juntos, mas há décadas sofrem por falta de atitude do povo e interesses econômicos. Principalmente em um país como o Brasil, rico em recursos naturais e alvo de interesses mundiais, a polêmica dentro do termo sustentabilidade ambiental é constante.

      Um tema atual que sofre polêmica ha mais de 20 anos, é a construção da barragem de Belo Monte na bacia do Rio Xingu (Amazônia),  que obteve licença ambiental em Fevereiro de 2010.
      Embora no último dia 08 centenas de indígenas tenham participado de protesto em Brasília e entregue uma petição de cancelamento de Belo Monte com 600 mil assinaturas, o executivo Maurício Tolmasquim (presidente da Empresa de Pesquisa Energética do Ministério de Minas e Energia) garantiu que todas as partes interessadas foram ouvidas e que a população do Pará, estado que abrigará a usina, defende sua construção.

      Além dos efeitos negativos no equilíbrio dos ecossistemas da região, na biodiversidade e nas populações locais, dezenas de especialistas  apontaram falhas nos estudos de impacto ambiental e deixaram importantes dúvidas sobre a eficiência econômica e energética do que o governo brasileiro quer que seja a terceira maior barragem do mundo.

      Para se pensar rápido e começar a agir antes que seja tarde…

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      O planeta é uma bola. Por Eliane Carotta 01/21/2011
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      Temos a mania de apontarmos o dedo. Lamentar, bufar, fingir que não entendemos…e culpar algo ou alguém de algo que não estamos satisfeitos.
      Nos esquecemos, que ABSOLUTAMENTE tudo que passa em nossas vidas é responsabilidade exclusivamente nossa!
      Colhemos aquilo que plantamos. E sendo assim, queria usar essa teoria para vermos as tantas tragédias da atualidade de um ponto de vista filosófico…

      Não menciono muito sobre Budismo em textos “populares” porque creio que as pessoas tenham de estar “prontas e interessadas” em lerem sobre o mesmo, e eu deva saber muito mais do que sei para citar o mesmo. Seus ensinamentos não são simples e os que lerem somente o superficial, talvez não o compreendam e se desinteressem.

      Mas hoje tentarei usar uma liguagem simples …

      Antes de mais nada vamos esclarecer que a base do ensinamento Budista (as quarto nobres verdades) é a conclusão de Buda sobre a natureza do sofrimento. Seu reconhecimento, sua causa, sua fuga e o esforço para se alcançar a felicidade.

      Vamos então as Quatro Nobres Verdades:

      A primeira diz respeito a natureza do Sofrimento - o sofrimento do nascimento, da velhice, da doença e da morte. Há também o sofrimento da perda de entes queridos, de estar junto de algo que não se gosta, de não conseguir o que se deseja, e o de perder suas conquistas...

      Reconhecer o sofrimento é um remédio para nossas falsas esperanças e nossa tendência de buscar apoio em prazeres efêmeros que resultam em decepção.

      A segunda diz sobre a causa do sofrimento. Segundo Buda, todos os sofrimentos, desde as menores discussões familiares até as grandes guerras, surgem dessa do egoísmo e da cobiça. Somos escravos da sede. E abro um parentese aqui para dizer que essa sede não é somente a do prazer ou material, mas também sede de idéias e conceitos ou obsessão através de crenças.

      A terceira fala da cessação, de extinguir o sofrimento. Acredita-se que acabando com a causa, o sofrimento desaparece.
      Eu poderia entrar no tema “Nirvana”, mas aí complica muito- deixo este para uma próxima conversa. Só para ilustrar curiosos, uma forma simples de se definir Nirvana, seria: ter uma saúde mental perfeita. Sem arrependimentos do passado, sem especulações sobre o futuro, sem ilusões, vivendo inteiramente no presente, e gozando tudo o que temos de um jeito puro, sem auto-projeções, sem ansiedade, egoísmo, ou orgulho. Sem também a busca de ganhos, e sem acumular nada. Sendo 100% pacífico, estando repleto de amor universal, compaixão, bondade, simpatia, compreensão e tolerância.
      Difícil? Sim, mas possível;)

      A quarta Nobre Verdade fala do caminho que leva a cessação do sofrimento. E para tal, devemos seguir a técnica de oito práticas (ou Nobre Caminho Óctuplo):
      Entendimento correto, pensamento correto, linguagem correta, ação correta, modo de vida correto, esforço correto, atenção plena correta, concentração correta.

      Ok, entendido tudo isso…

      Alguns vêem os desastres naturais da atualidade como punição divina. Li outro dia um colunista descrevendo um furacão como “o punho de Deus”.

      Na década de 60, os acidentes naturais com vítimas não passavam de 100 anuais, em 2010 foram mais de 500, e a tendência é subir este número.
      Enchentes, vulcões, secas e calor, nevascas e avalanches estão, a cada dia adquirindo mais intensidade.
      E culpamos Deus?

      Todas as áreas de risco se agravam com a intervenção humana e devasta diversos habitats naturais. Sim, muito triste os zilhões de pessoas que estão morrendo, mas não está na hora de sermos radicais e MUDARMOS nosso jeito de pensar?
      Está começando a acontecer na ali na esquina, com nossos conhecidos. O que era antes visto pela tv, está hoje sendo visto pela janela…

      Aproveitando a deixa, vamos usar estes ensinamentos dentro de nós e olhar para nossa vida, nosso karma e enxergar que nossa vida hoje nada mais é do que o resultado do que plantamos…
      Vamos deixar o ego de lado e colocar os óculos para lermos algumas páginas passadas de nosso livro, e ver tudo que desrespeitamos, que cobiçamos, que ao sermos obcecados agimos sem pensar e magoamos outros, que pela gula comemos e engordamos… enfim…
      Estamos no início de um ano que promete muitas realizações. Vamos direcionar os pensamentos e ações para reparar o que está feito e tentar não só ajudar aos outros, mas a nós mesmos mudando nossos pré-conceitos, abrindo nossas mentes.


      O planeta é uma bola... estamos girando, tudo que sobe, desce, o que vai, volta...
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      Medo por Eliane Carotta 07/11/2010
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      Dizem que o medo é o maior inimigo do homem. Uns fracassam, ficam doente, outros se divorciam por medo. 
      Existe medo de dirigir, de cobra, de altura, do passado, do futuro, da velhice, de engordar e da morte. E como superar isto?   

      Medo é uma reação em cadeia no cérebro iniciando com um estímulo de stress e terminando com a liberação de compostos químicos que causam aumento da freqüência cardíaca, aceleração na respiração e energização dos músculos. O estímulo pode ser uma aranha ou um auditório cheio de pessoas esperando que você fale, entre outros.  

      De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental, há 19 milhões de pessoas só nos EUA que sofrem de doenças mentais relacionadas a reações irracionais ao medo, entre as quais estão o distúrbio de ansiedade generalizada, distúrbio do pânico e distúrbio de estresse pós-traumático.   

      As partes do cérebro envolvidas na reação de medo são: 
      - Tálamo - decide para onde enviar os dados sensoriais recebidos (dos olhos, dos ouvidos, da boca e da pele). 
      - Córtex sensorial - interpreta os dados sensoriais. - Hipocampo - armazena e busca memórias conscientes, além de processar conjuntos de estímulos para estabelecer um contexto. - Amígdala (Tonsila cerebelar) 
      - decodifica emoções, determina possíveis ameaças e armazena memórias do medo. Hipotálamo 
      - ativa a reação de "luta ou fuga".   

      Como superar o medo 
      A maioria das terapias comportamentais para a extinção do medo concentra-se na exposição. Por exemplo, a terapia para uma pessoa com medo de cobras pode incluir visitas a uma fazenda de cobras e percorrer pequenas etapas. No início ficando a 3m da cobra para ver que nada de terrível acontece, depois ficando a 1,5m… até tomar coragem de chegar perto o suficiente para tocá-la. Esse processo continua até que novas memórias de extinção do medo sejam formadas e sirvam para contradizer aquele medo de cobras. O medo ainda existe, mas a idéia é cancelar sua ação com a nova memória.
      Pesquisas mostraram que ratos com amígdalas danificadas correm na direção de gatos. Isso levou os cientistas a explorarem maneiras de superar o medo.   

      Uma história pessoal para ilustrar o fator exposição: fiz Jiu-jitsu por dois anos e mesmo me sentindo protegida com os amigos grandalhões ao redor, nunca consegui superar o medo de ficar de cabeça para baixo. Depois de muuuitos anos, em meu primeiro curso de professora de yoga, meu professor foi me ensinar a posição Sirsasana (invertida sobre a cabeça) e eu congelei. Disse que há anos tentava e não achava que poderia conseguir. E após exercitar arduamente a habilidade “coragem” me concentrei e confiei. Foi um momento muito importante e gratificante. Valeu a pena!   

      Esta seria minha dica pessoal de como superar o medo: coragem. 

      “Coragem é pôr em risco o conhecido em favor do desconhecido, o familiar em favor do estranho, o confortável em favor do desconfortável - árdua peregrinação rumo a algum destino desconhecido. Nunca se sabe se você será capaz de fazer isso ou não. É um jogo arriscado, mas só os jogadores sabem o que é a vida.” do livro de Osho “Coragem, o prazer de viver perigosamente”



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      Palhaçada profissional. Por Eliane Carotta 07/02/2010
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      Faço questão de dizer que meu melhor amigo é um palhaço e tenho muito orgulho dele, porque além de engraçado, ele também é doutor.

      Segundo sua biografia, até se mudar para a cidade grande, vivia numa casa de João de Barro, de onde foi transplantado para um vaso e entregue ao Jardim Botânico. Ficou famoso após solucionar um caso de unha encravada num pé de jabuticaba e tem como inspiração a Árvore da Felicidade.Brincadeiras a parte, estamos falando do Doutores da Alegria, e nesse caso eu falava de um dos integrantes, meu amigo Dr. Pinheiro, quem sempre que possível, me esclarece sobre seus trabalhos e experiências.

      Em 1986, Michael Christensen, um palhaço americano, diretor do Big Apple Circus de Nova Iorque, apresentava-se num hospital, quando pediu para visitar as crianças internadas que não puderam participar do evento. Improvisando, substituiu as imagens da internação por outras alegres e engraçadas. Daí surgiu a Clown Care Unit™, grupo de artistas especialmente treinados para levar alegria a crianças internadas em hospitais de Nova Iorque.  

      Em 1991, Wellington Nogueira (que integrava a trupe Americana desde 1988) iniciou o programa no Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, (hoje Hospital da Criança) em São Paulo.
      Sem nenhuma contra indicação, o medicamento administrado pelos Doutores da Alegria é conhecido comobesteirologia, e costuma ser aplicado diariamente até que o paciente não saiba mais como ficar triste.”É remédio para a vida toda”, dizem eles. As indicações são: traumas ligados à hospitalização infantil: perda de controle sobre o corpo e a vida; atitudes negativas em relação às doenças e à recuperação. 

      A Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria está aberta formando e desenvolvendo palhaços a este maravilhoso trabalho desde 2003, e oferece cursos para públicos diversos com conteúdo, formato e carga horária variados nas cidades onde os Doutores estão sediados - Recife, Belo Horizonte e São Paulo. 
      Toda a renda gerada pelos cursos da Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria é revertida para o programa permanente de visitas dos Doutores em hospitais públicos brasileiros, fortalecendo a autonomia da instituição. 

      Com recorde mundial, o Brasil conta com mais de 250 iniciativas e ao redor de 41 organizações de palhaços em hospitais, reconhecidas pelo Ministério de Saúde e Cultura.
      O trabalho é gratuito para o público, mas não é voluntário. Mantido através de doações e atividades como intervenções em empresas (cursos, apresentações e venda de produtos…), os Doutores da Alegria fizeram até 2009, 724,889 visitas a leitos, tiveram ao redor de 292 grupos cadastrados no programa Palhaços em Rede, e 155 jovens formados no programa Formação de Palhaços para Jovens.

      + info: www.doutoresdaalegria.org.br

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      Tecnologia & Reciclagem por Eliane Carotta 04/07/2010
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      Um relatório divulgado recentemente pela ONU mostra o Brasil em primeiro lugar no ranking de lixo eletrônico, superando China e Índia, e chegando a 96,8 mil toneladas de peças de computadores jogadas fora por ano.
      No mundo são gerados cerca de 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano. Só os países da Europa seriam responsáveis por um quarto desses resíduos.


      Devido ao aumento do poder de consumo das classes C e D, que hoje tem plenas condições de ter um computador e eletrodomésticos em suas casas, e com a explosão da telefonia celular, que oferece aparelhos a preços irrisórios, o número de lixo eletrônico cresce a cada dia.  

      Se você tem pilhas, baterias, celulares e carregadores em gavetas,o comumnete chamdao de “e-lixo”, não o despeje no lixo comum!

      Com o projeto “e-lixo maps”, uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de Sao Paulo e o Instituto Sergio Motta, é possível encontrar locais próximos de sua casa que recebem e reciclam esse tipo de resíduo eletrônico.
      + info: www.e-lixo.org 


      Outra opção que inclui também computadores, é o Cedir – Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática, da USP, que recebem lixo eletrônico da população para projetos de reaproveitamento ou reciclagem.

Esta aí a solução sustentável para computadores, impressoras, mouses e teclados quebrados ou, apenas, velhos.

      De placas de metal com fios de ouro a parafusos, todos os materiais são separadas e reaproveitadas para a produção de novos computadores, usados em atividades de inclusão digital, ou vendidos para empresas de reciclagem.
O dinheiro arrecadado com a venda das peças será usado para a manutenção do próprio Centro, que conta com apenas cinco funcionários e pretende receber, por mês, cerca de 550 aparelhos eletrônicos. O Cedir ainda não aceitará equipamentos de empresas, mas com a propagação desta atividade e a evolução do Brasil na reciclagem, em breve terão estrutura para grandes quantidades.

      Agende sua visita e faca a diferenca!Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h - 3091-6454, 3091-6455, 3091-6456 + info: consulta@usp.br

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      ONG organiza meditação coletiva em plena Avenida Paulista por Cacau Villas Boas 09/18/2009
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      A intervenção, que ja aconteceu no Rio de Janeiro, em plena Cinelândia, faz parte do projeto A Paz é Contagiante

      A Fundação Arte de Viver, maior ONG em número de voluntários do mundo, organiza na próxima segunda-feira, dia 21 de setembro, um momento de meditação livre em uma das vias mais movimentadas da capital: a Avenida Paulista. Marcado para as 12h30 no vão do MASP, o evento, que faz parte do projeto A paz é Contagiante, tem como objetivo conscientizar a população dos benefícios da meditação e da importância de acalmar a mente pelo menos por alguns instantes durante a correria do dia-a-dia. Durante o período, os voluntários da ONG também irão convidar quem estiver passando para participar da meditação.

      O objetivo do local escolhido é ser visto pelo maior número de pessoas possível, despertando em quem passa a curiosidade sobre o tema. Além disso, os organizadores querem contrastar a calma da meditação com a correria do maior centro financeiro do Brasil, aproveitando o cenário de um cartão postal paulista, o prédio do MASP.

      A Arte de Viver também organizou no Rio de Janeiro, no dia 16 de junho desse ano, um evento semelhante, cujo palco foi a Cinelândia, no centro da cidade. Na ocasião, cerca de 150 pessoas participaram, entre voluntários e pedestres que ficaram interessados na ação. Na versão paulista, a previsão dos organizadores é de contar com 200 pessoas.


      Sobre o Arte de Viver

      O curso Arte de Viver é um programa vivencial de seis dias consecutivos que tem como objetivo eliminar o estresse, aumentar a concentração e a criatividade, elevar seu estado de consciência e energia, melhorar a saúde e o bem-estar, além de trazer mais alegria, entusiasmo e paz ao seu dia-a-dia.

      Mais informações sobre a intervenção.

      Local: Avenida Paulista – MASP

      Horário: 12h30min

      Data: 21 de setembro

      Dúvidas: (11)9251-2387
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      Ghee, a manteiga clarificada. Por Eliane Carotta 07/31/2009
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      Ghee
      Ghee é uma forma semi-líquida de manteiga, muito usada nas cozinhas indianas, da qual a água e os elementos sólidos do leite foram removidos pelo aquecimento e pela filtragem. Ela se conserva por mais tempo, sem ficar rançosa, e agüenta altas temperaturas, sem se queimar.

      Na medicina Ayurvédica é utilizada também como emoliente, sendo a base de diversas preparações medicinais. Para os praticantes de Yôga, divulga-se como sendo um lubrificante natural, ajudando na flexibilidade para a prática das ásanas. Dizem ainda que o ghee que ajuda a equilibrar os humores.

      O ghee é de fato o óleo da manteiga. As gorduras saturadas da manteiga vêm para a superfície em blocos e no fundo ficam as gorduras não saturadas que compõem o ghi. Neste caso não deverá alterar o nível do colesterol. Vale lembrar que 2/3 do total do colesterol vêm de dentro do organismo e não pela comida. Ele é produzido pelo fígado e glândulas supra-renais. O colesterol tem uma função vital no organismo, ele ajuda a sintetizar os hormônios esteróides, é um componente da membrana celular, bile, etc...)

      De acordo com a opinião chinesa, o "ghi" é um tônico yin, que fortalece e regenera os fluídos, aumenta sua mobilidade, exatamente o oposto da manteiga que provoca degeneração, depósito e problemas de circulação nas artérias.

      O ghee e também o óleo sesame são os melhores óleos para cozinhar, pelos altos níveis de resistência ao calor sem queimar e tornar-se tóxico. É muito recomendado fazer o ghee do leite orgânico para beneficiar-se de todas as maravilhosas propriedades.
      Ghee - emoliente básico
      200 g de mateiga sem sal

      Modo de fazer o ghee.

      Deixar cozer em fogo brando numa panela de barro, aço ou vidro, retirando a espuma que vai se formando. Quando nao formar mais espuma, apague o fogo. Ira sobrar um liquido de cor dourada. denominado de ghee(manteiga clarificada). Tampe o recipiente depois de esfriar e conserve em geladeira. A sobra do ghee pode ser usada na massa do pão ou no cozimento de vegetais(sem fritar). 

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      Reunião entre G5 e G8 não agrada ambientalistas, por Eliane Carotta 07/10/2009
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      Líderes do G8 (sete países mais desenvolvidos e a Rússia) e do G5 (cinco países emergentes), estão reunidos na cidade de L'Áquila (Itália) em uma confêrencia de diálogo para discutrem os seguintes temas: o enfrentamento da crise financeira internacional, promoção da revitalização econômica mundial, mudanças climáticas, segurança energética e alimentar e comércio internacional.

      Os grupo dos principais países emissores de CO2 do planeta, dizem, reconhecerem "que o aumento da temperatura média global não deve exceder os 2ºC". E apesar de se comprometerem a "identificar um objetivo comum de redução das emissões de gases de efeito estufa até 2050", não citam percentuais. 
      A falta de metas não agradou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que considerou insuficientes os resultados da cúpula do G8 em termos de luta contra o aquecimento global. "Os dirigentes do G8 tinham uma oportunidade única, que corre o risco de não voltar a se apresentar", afirma Ban. 


      Alem de Ban Ki-moon, a declaração dos 17 países foi duramente criticada pelos principais grupos ambientalistas, entre eles o Greenpeace e o WWF. Segundo artigo do Greenpeace sobre o encontro, “Lula poderia ter se comprometido com metas para acabar  com o desmatamento na Amazônia, uma das principais fontes de emissões do Brasil. Mas escolheu chancelar um texto que, no que diz respeito à questão de florestas, é tão vago quanto suas promessas de reduções industrias e de compromissos financeiros.”Limita-se a afirmar que os governos signatários da declaração darão passos no sentido de reduzir emissões causadas pelo desmatamento e degradação de florestas, sem dizer exatamente como pretendem andar neste ponto daqui para frente. “A apenas cinco meses da reunião de Copenhagem para discutir ações sobre o clima, essa parálise é preocupante”, diz Marcelo Furtado, diretor-executivo do Greenpeace no Brasil.
      Já a AIE (Agência Internacional de Energia) estima que falta "muito a fazer" para atingir os objetivos do G8 sobre o clima e pede aos governos agirem contra a volatilidade dos preços da energia, em comunicado publicado nesta quinta-feira em Paris. "Os investimentos em capacidade energética e em tecnologias limpas devem ser multiplicados por quatro para que o aumento médio da temperatura mundial fique abaixo dos 2ºC", indicou a AIE, calculando em '400 bilhões de dólares suplementares ao ano, nos próximos 20 anos, a verba necessária para isto'.

      O G5 fez um apelo "aos países desenvolvidos a ajudarem os emergentes, mais vulneráveis aos efeitos negativos da mudança climática a suportar o custo da adaptação" em suas economias. Segundo a ONU, as necessidades de financiamento para os países em desenvolvimento em geral (não apenas os Cinco) se elevariam a 150 bilhões de dólares por ano. 
      A posição da China é considerada essencial para o sucesso de um acordo: o país superou recentemente os Estados Unidos como o maior emissor mundial de gases poluentes.

      foto: michel euler/pool/ap/ae
      Na foto Lula presentea Obama com uma camisa da seleção brasileira autografada pelos campeões da Copa das Confederações, após conversa reservada para discutir a crise americana. Obama, alertou que seu país não conseguirá recuperar os níveis de consumo do passado e que as nações antes focadas nas exportações para o mercado americano devem impulsionar o consumo interno.

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      Meditação por Eliane Carotta 06/24/2009
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      "Olhe dentro dos olhos de uma criança... Olhe, e você verá um tremendo silêncio, inocência. Toda criança vem com um estado meditativo, mas ela tem de ser iniciada nas normas da sociedade - ela tem que aprender como pensar, como calcular, como raciocinar, como argumentar - ela tem de aprender palavras, a língua, os conceitos. E pouco a pouco, vai perdendo a inocência.
      Ela fica contaminada, poluída pela sociedade. Tornando-se um mecanismo eficiente. Não é mais um ser humano. Tudo que você precisa é recuperar esse espaço outra vez.
      Você já o conheceu antes, por isso, quando, pela primeira vez, você conhece a meditação, você fica surpreso, porque surge uma forte sensação em você, como se a tivesse conhecido antes, Você se esqueceu
      ."
      (OSHO)

      Muitos crêem que meditar significa refletir sobre algo. Acredito, pela minha prática e algum humilde aprendizado, que meditar é algo mais diferente e até mais simples do que isso. É simplesmente aquietar sua mente.
      Sem dúvida terá de haver um esforço inicial, mas que em pouco tempo e com prática constante, ficará automático o processo. Em pouco tempo começamos a perceber coisas antes não vistas tão às claras, entramos em outro estado de consciência, e compreendemos mais a nós mesmos.
      Existem diversos tipos de meditação, a livre, a dirigida, a zen, a dinâmica, entre outras. Cada um deverá escolher a que melhor se adapte a seu estilo e buscar o local e guia, que pode ser uma pessoa ou um livro, para dar um direcionamento inicial à prática.

      Hoje vou dar a dica de uma meditação bem simples de se ler, mas não tão simples de fazer. Requer somente vontade e calma. É normalmente indicada para acalmar a mente, entrar em harmonia com seu corpo e alma, evitar stress, aquietar ansiedade entre outras cositas más.

      Comece sentindo-se completamente confortável, de preferência sentado e no início em algum lugar perto da natureza e longe de barulhos, pois será mais fácil a concentração. Se experienciar algum desconforto nas costas, use uma almofada para que seu quadril fique acima das pernas, ou compre uma daquelas cadeiras portáteis de meditação, as quais suportam o peso das costas também.
      Feche os olhos e boca, relaxe órgãos, músculos, começe visualizando todas as partes do seu corpo e relaxando cada uma delas e vá tranqüilizando sua respiração. Tente pouco a pouco esvaziar sua mente de qualquer pensamento. E vá se acalmando, acalmando sua mente, não pensando em NADA.
      Comece então a prestar atenção em sua respiração e a observar o ar entrando e saindo pelas narinas. Logo virão pensamentos, frases, imagens... Não deixe vir, vá eliminando, visualizando branco total e prestando atenção em sua respiração... buscando esvaziar seu pensamento...
      Tente fazer por 10 minutos no início e passe para 15, 20 após familiarizar-se e conseguir atingir o grau de consentração mais facilmente. Caso goste da prática, reserve 20 minutos do seu dia e verá como isso te ajudará.


      Encontrei este video acima, que explica bem o que tentei descrever. Acredito que dez minutinhos seriam suficientes para poderem experienciar este estado de paz e tranquilidade. Sim, os pensamentos virão, os "faniquitos", a vontade de levantar e descruzar pernas. Talvez você desista no primeiro dia, talvez faça só 5min no segundo, mas se for persistente, verá que vale a pena!

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      Hinduísmo por Eliane Carotta 06/16/2009
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      A história da Índia começa entre os anos 3000 e 2500 a.C., com o surgimento da civilização das cidades de Harappa e Mohenjo Daro no vale do rio Indo.
      Por volta de sete mil anos a.C., o chamado periodo de Pré-Védico, a civilização do Vale do Indo estava em pleno desenvolvimento, com cidades de até 20.000 habitantes, baseadas na agricultura, no artesanato e com um comércio bem desenvolvido.
      Por volta de 2000 a.C., os arianos começaram a invadir a Índia através das montanhas do noroeste, forçando os drávidas a recuar para o sul. Os drávidas mantinham uma sociedade organizada, centralizada e conservadora, sustentada pela riqueza do comércio, da pesca e da agricultura, sendo muito hábeis na irrigação. No campo espiritual, enfatizam a crença no renascimento e no processo de causa e efeito de nossas ações. A libertação seria fruto da renúncia às coisas mundanas e da prática de austeridades e meditação. Os drávidas desenvolveram formas primitivas de yoga e meditação, que mais tarde seriam herdadas pela religião hindu. Já os arianos não acreditavam no renascimento ou na retribuição moral das ações. Eles enfatizavam a prática de rituais e sacrifícios como um meio de conseguir riqueza, poder e fama. Sua meta não era a libertação espiritual, mas sim chegar ao paraíso — isto é, versão melhora da vida terrena.
      A partir do encontro da religiosidade ariana com a pré-ariana, surgiu o hinduísmo.

      É importante também observar que o próprio conceito de ariano não era, até antes do sec. XIX, associado a nenhuma etnia. O o termo árya, nobre, referia-se a uma cultura e base idiomática comum de povos, associada ao sânscrito, sem ter qualquer conotação étnica ou racial. Essa distorção, criando o conceito dos drávidas de pele escura em oposição aos arianos de pele clara, surgiu na Europa junto com os movimentos filosóficos que deflagaram posteriormente o separatismo étnico.

      OS VEDAS
      A palavra “Vedas” vem do sânscrito e tem como raiz “Vid” que pode ser traduzida como “conhecimento”. Assim, os Vedas são os quatro textos em sânscrito que formam a base do sistema de escrituras sagradas do hinduísmo: Rig-Veda: dedicado aos rituais e ao louvor às divindades; Yajur-Veda: dedicado as fórmulas sacrificiais (yajus, yajna); Sama-Veda: dedicado aos cânticos usados nos rituais do fogo e aos mantras; Arthava- Veda: todo dedicado às fórmulas mágicas e aos mantras.
      Segundo ensina o hinduísmo, os Vedas contêm as verdades eternas reveladas pelos deuses e a ordem (dharma) que rege os seres e as coisas, organizando-os em castas. Cada casta possui seus próprios direitos e deveres espirituais e sociais. A posição do homem em determinada casta é definida pelo seu karma (conjunto de suas ações em vidas anteriores). A casta à qual pertence um indivíduo indica o seu status espiritual. O objetivo é superar o ciclo de reencarnações (samsara), atingindo assim, o nirvana, a sabedoria resultante do conhecimento de si mesmo e de todo o Universo. O caminho para o nirvana, segundo ensina o hinduísmo, passa pelo ascetismo (doutrina que desvaloriza os aspectos corpóreos e sensíveis do homem), pelas práticas religiosas, pelas orações e pela yoga. Assim a pessoa alcança a “salvação”, escapando dos ciclos da reencarnação.
      Somente membros das castas mais elevadas, brâmanes, podem realizar os rituais hindus e ter posições de autoridade nos templos hindus.
      A teologia hinduísta se fundamenta no culto aos Avatares (manifestação corporal de um ser imortal, por vezes até do Ser Supremo) da divindade suprema, Brahma. Particular destaque é dado à Trimurti - um trindade constituída por Brahma, Shiva e Vishnu.

      Fundamentos importantes
      - Para o Hinduísmo, as pessoas possuem um espírito (atman), que é uma força perene e indestrutível. A trajetória desse espírito depende das nossas ações, pois a toda ação corresponde uma reação - Lei do Carma.
      - Enquanto não atingimos a libertação final - chama de moksha -, passamos continuamente por mortes e renascimentos. Este ciclo é denominado Roda de Samsara, da qual só saímos após atingirmos a Iluminação.
      - Os rituais se compõem de dois elementos principais: Darshan, que é a meditação / contemplação da divindade, e o Puja (oferenda).
      - A alimentação vegetariana é um dos pontos essenciais da filosofia hindu. Isso porque é livre da impureza (morte / sangue), e como todo alimento deve ser antes oferecido aos deuses, não se poderia ofertar algo que fosse "sujo".
      - As preces são entoadas como cânticos no idioma sânscrito, língua "morta" que deu origem ao hindi e a um grande número de dialetos praticados na Índia. Essas preces recebem o nome de mantras. Os mantras são dirigidos a diversas divindades, ou estimulam qualidades pessoais. Em geral, são entoados 108 vezes, e para sua contagem utiliza-se o japa-mala (colar de contas), uma espécie de "rosário", confeccionado em sândalo ou com sementes de rudraksha (árvores consideradas altamente auspiciosas pela tradição indiana).
      - O mantra mais importante é o OM, "sílaba sagrada" que representa o próprio nome de Deus. OM é a semente de todos os mantras e princípio da criação. Foi dele que derivou toda a matéria - neste aspecto, podemos até traçar um paralelo com o gênesis da Bíblia: "E o som se fez carne".

      Alguns Deuses hindus e suas caracteristicas:
      Brahma, O Deus Criador considerado outrora o maior dos deuses porque colocava o universo em movimento, decresceu de importância com a ascensão de Shiva e Vishnu. Aparece de manto branco montando um ganso. Possui quatro cabeças das quais nasceram os Vedas, que ele leva nas mãos junto com um cetro e vários outros símbolos. É o Pai Celestial, criador dos céus e da terra.
      Shiva, O destruidor. Um dos dois deuses mais poderosos do hinduísmo. Apresenta-se de várias formas: o extremado asceta, o matador de demônios envolvido por serpentes e com uma coroa de crânios na cabeça, o senhor da criação a dançar num círculo de fogo ou o símbolo masculino da fertilidade. Mais que os outros deuses é uma mistura de cultos, mitos e deuses que vêem desde a pré-história da Índia. É a representação do Espírito Santo no hinduísmo.
      Parvati (ou Mahadevi) , esposa de Shiva, era a filha das montanhas do Himalaia e irmã do rio Ganges. Com amor, afastou Shiva de seu ascetismo. Representa a unidade de deus e deusa, do homem e da mulher. É nossa Divina Mãe Kundalini, amorosa senhora que é desdobramento do Divino Espírito Santo dentro de nós.
      Uma, é a deusa dourada, que como uma forma de Parvati reflete manifestações mais brandas de seu marido Shiva. Serve ás vezes de mediadora nos conflitos entre Brahma e os outros deuses. É a Mãe Cósmica, toda luminosa, e que tem como manto o céu estrelado.
      Ganesh, filho de Shiva , com cabeça de elefante, é talvez o deus mais popular. Sábio, ponderado e bem versado nas escrituras, é invocado pelos crentes antes de qualquer empreendimento para assegurar seu êxito. É a Sabedoria divina que a todos guia e dá liberdade, prosperidade e triunfo.
      Vishnu, o conservador. É para muitos hindus o deus universal. Traz em geral quatro símbolos: um disco, um búzio, uma maçã e uma flor de lótus. Sempre que a humanidade precisa de ajuda, esse deus benévolo aparece na Terra como um avatara ou reencarnação. É o equivalente hindu do Cristo Cósmico e do Osíris egípcio.
      Lakshmi, mulher de Vishnu, muitas vezes representada sentada numa flor de Lótus e empunhando outra, representa a boa sorte, a prosperidade e a abundância. Seus companheiros são dois elefantes. Sendo por si mesma uma importante deusa. O mestre Samael afirma, na obra O Matrimônio Perfeito, que Lakshmi, como mestre da Grande Fraternidade Branca, auxilia o devoto a sair conscientemente em corpo astral.
      Krishna, o avatar mais importante de Vishnu, foi um deus-herói amado em muitos de seus aspectos: como um menino travesso, como um adolescente amoroso, como um herói adulto que proferiu as grandes lições do "Bhagavad Gita" . Esses aspectos de Krishna tiveram origens diferentes. Krishna foi o avatar da Era de Áries, divulgando a poderosa doutrina dos Grandes Avataras do Cristo Cósmico.
      Buda, como uma encarnação de Vishnu, é um exemplo da capacidade que tem o hinduísmo de absorver elementos religiosos diferentes. Dizem os hindus que o avatar Buda apareceu fundamentalmente para ensinar o mundo a ter compaixão pelos animais. Na verdade, esse grande mestre de compaixão canalizou as energias dos mundos Nirvânicos para o bem da humanidade. Sidarta Gautama (personalidade humana do grande Deus Cósmico, o Buda Amithaba) teve de se encarnar mais algumas vezes na Terra para terminar de cumprir sua missão. Sua encarnação seguinte foi como o mestre Tsong Kapa, o grande reformador do budismo tibetano. O mestre Samael afirma que esse mestre ascenso está, desde o século 17, reencarnado no planeta Marte, cumprindo uma missão cósmica semelhante à missão de Jesus na Terra.

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